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Rui Borges: “Vamos lutar pelo sexto lugar até ao fim”

Redação
Desporto \ sábado, abril 20, 2024
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Definitivamente arredada da luta pelo quinto lugar, a equipa cónega está também atrás do Arouca e promete reagir após uma tarde em que faltou inspiração e agressividade no ataque.

Após um jogo que foi o quarto consecutivo sem vencer para o campeonato, o Moreirense é sétimo classificado da Liga Portugal Betclic, quando resta disputar quatro jornadas. O objetivo para essa ponta final é assim recuperar um lugar que foi seu na maioria da temporada, frisa Rui Borges.

“Se no início da época disséssemos que iríamos ficar no sétimo lugar, toda a gente aceitaria, mas estivemos grande parte do campeonato no sexto lugar. Nós criámos essa exigência junto dos adeptos. Vamos lutar pelo sexto lugar até ao fim. As equipas passam por fases menos positivas e nós estamos a passar por uma agora. Felizmente, já garantimos o principal objetivo, a manutenção”, referiu após o desaire caseiro com o Gil Vicente.

A explicação para o insucesso desta tarde reside num breve descuido defensivo – a bola parada em que Mory Gbane cabeceou para o fundo das redes – e na incapacidade ofensiva, considerou.

“Não fomos competentes numa bola parada [golo do Gil Vicente] e, durante 90 minutos, não fomos agressivos no ataque, nem tivemos qualidade no último terço. Faltou-nos qualidade para criar mais situações de golo. Na primeira parte, estivemos um pouco reativos nas segundas bolas, mas o Gil Vicente não criou grande perigo, tirando uma bola defendida pelo Caio Secco e o golo de bola parada”, acrescentou o técnico.

O transmontano de 42 anos reconheceu que o plantel está a viver a fase de menor inspiração ofensiva da temporada, também pela postura fechada dos adversários, alguns deles na luta pela manutenção, a precisarem de pontos. “Agora estamos a defrontar equipas com o bloco baixo, a precisar de pontos, e tem sido mais difícil ganhar. A segunda volta está diferente, mais difícil”, detalhou.

A opção de Caio Secco em detrimento de Kewin Silva, até agora totalista para o campeonato, explica-se pela qualidade do trabalho do brasileiro, habitual suplente. “Esta opção estava definida há algum tempo. O Caio Secco teve a infelicidade de não chegarmos mais longe na Taça de Portugal e na Taça da Liga. Ele trabalhou muito bem ao longo da época. Foi uma oportunidade merecida”, realçou.

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