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Projeto Futuro em Rede imagina possibilidades para o Bairro C em 2076

Redação
Sociedade \ quarta-feira, fevereiro 25, 2026
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Workshop marcado para esta quarta-feira imagina cenários para o território abarcado pelo Bairro C e recorre à inteligência artificial para os materializar.

Como será o território abarcado pelo designado Bairro C, no coração de Guimarães, em 2076? Essa é a questão que o projeto Futuro em Rede lança aos participantes do workshop “Imaginar o Futuro”, marcado para esta quarta-feira, às 14h00, na sala de conferências do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG).

A iniciativa envolve uma caminhada sensorial pelo território que constitui o Bairro C – estende-se desde a Ramada à Avenida Conde de Margaride, passando pelas antigas fábricas Âncora e Freitas & Fernandes, pela Avenida D. Afonso Henriques, pela Caldeiroa, pela rua de Camões, pela rua D. João I e pelo CIAJG –, a “criação coletiva de futuros possíveis” e a transformação desses futuros em imagens produzidas com recurso à inteligência artificial (IA). O workshop também visa a imaginação de caminhos para se chegar a esses futuros.

“Propomos que a imaginação seja uma ferramenta coletiva de transformação — e usar IA aqui é um duplo gesto: visualizar os futuros que desejamos e ocupar estes sistemas com narrativas de sustentabilidade, diversidade e inclusão”, realça a nota publicada na página do Futuros em Rede no Instagram.

Projeto criado pela associação cultural Minhoca Utópica, o Futuro em Rede é um dos três projetos financiados pela Câmara Municipal de Guimarães na sequência da edição de 2025 da Open Call do Bairro C “Carbono Zero, Cidades Infinitas” e tem como principal premissa a existência de três estações físicas em pontos estratégicos do território Bairro C, cada uma equipada com conectividade local (via rede mesh) e alimentada a energia solar, que lança perguntas aos transeuntes - “Como será viver aqui em 2070?”, “Que espécies habitarão a rua?”, “O que terá sido preservado, perdido ou reinventado?”.

“A interação é simples, mas profunda: ao conectar-se à rede local de cada estação, o publico pode deixar uma resposta (texto ou áudio), compondo um arquivo vivo e descentralizado de futuros possíveis”, lê-se na sinopse do projeto.

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