Instituto de Ciências Sociais da UMinho assinala 50 anos na segunda-feira
O Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho (UMinho) assinala os seus 50 anos com uma sessão comemorativa na próxima segunda-feira, 9 de novembro, às 15h00, no auditório B1 do edifício 2 do campus de Gualtar, em Braga.
A cerimónia abre um ano de comemorações – que se prolonga até novembro de 2027 –, tendo como anfitriãs a presidente do ICS, Ana Paula Marques, a presidente das Comemorações dos 50 Anos do ICS, Teresa Ruão e contando com a intervenção do reitor da UMinho, Pedro Arezes.
Em destaque na sessão estará a conferência-debate “Conversas sobre o Futuro: compreender e construir o mundo com as ciências sociais”, com a participação de António Sampaio da Nóvoa, antigo reitor da Universidade de Lisboa e referência no pensamento sobre a educação, e Manuel Sobrinho Simões, médico patologista e fundador do IPATIMUP. Na cerimónia, será ainda lançado o livro “50 anos, 50 ideias: mais ciências sociais, melhor futuro”, que reúne cinquenta textos sobre o contributo das ciências sociais para sociedades mais fortes e harmoniosas.
O programa inclui ainda a entrega de prémios, a apresentação do calendário comemorativo e a homenagem a oito entidades externas que têm feito parte da vida do Instituto – as Câmaras Municipais de Braga e de Guimarães, a Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom), a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, o Gabinete de Apoio à Vítima de Braga da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), o Serviço para a Promoção da Igualdade de Género (SIGO) da Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso, o Diretor Artístico da empresa municipal Faz Cultura e o Conselho da Cultura Galega. A sessão tem entrada livre e vai ser também transmitida no canal do ICS no YouTube.
O Instituto de Ciências Sociais da UMinho nasceu em 1976, com o lançamento do bacharelato em Ensino das Ciências Sociais, da responsabilidade da Unidade Científico-Pedagógica de Ciências Sociais, e adotou a designação atual em 1991. Presente nos campi de Gualtar e de Azurém, reúne as áreas científicas de Antropologia, Arqueologia, Ciências da Comunicação, Geografia, História e Sociologia.
Oferece seis licenciaturas – História, Arqueologia, Ciências da Comunicação e Sociologia, em Gualtar, e ainda Geografia e Planeamento e Proteção Civil e Gestão do Território, em Azurém –, 10 mestrados e seis programas doutorais, contando com 1500 estudantes, 83 docentes, 33 investigadores e 23 técnicos administrativos e de gestão. Está organizado em quatro departamentos e integra quatro centros de investigação, todos com a classificação de Excelente atribuída pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).