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Gil Lameiras: “A equipa acusou um bocadinho a instabilidade emocional”

Redação
Desporto \ sábado, março 14, 2026
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Treinador reconhece que os fantasmas de jogos vêm ao de cima quando não se está na condição ideal a nível mental e que é preciso fazer mais para ir ao encontro das expetativas dos adeptos.

No rescaldo ao jogo que marcou a sua estreia como técnico da equipa principal do Vitória SC, Gil Lameiras admitiu que os jogadores entraram em campou “a pensar no que se tinha passado no jogo anterior”, acusando alguma “instabilidade emocional”, que se dissipou após o tento de Samu para a igualdade a um golo e que reemergiu após Sorriso ter estabelecido o 2-1 final, com um golo a abrir a etapa complementar do desafio da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic.

“Quando tínhamos tudo para dominar a segunda parte, sofremos um golo no segundo minuto. A partir daí, a instabilidade emocional veio outra vez ao de cima. A equipa teve dificuldades em encontrar-se. Não foi um bom jogo da nossa parte”, realçou, em conferência de imprensa.

Convencido de que a equipa preparou bem o jogo a nível estratégico, o técnico fafense de 32 anos reconhece que os defesas vitorianos demoraram muito tempo a parar as diagonais interiores dos extremos do Famalicão em situações pontuais e lembrou a fase mais delicada do plantel a nível mental.

“Quando as coisas, em termos mentais, não estão a funcionar, todos os ‘fantasmas’ anteriores vêm ao de cima. Quando é tão fácil chegar à nossa baliza, é difícil apresentar consistência. O importante é apresentar evolução em cada jogo. Não vale a pena pensar no que pode acontecer daqui a dois meses, quando, no momento, a equipa não está a dar a melhor resposta”, esclareceu, projetando, em simultâneo, o futuro próximo.

Com a Europa de vez arredada do horizonte, Gil Lameiras diz que o principal objetivo até ao final da temporada é elevar o rendimento ofensivo de um plantel com capacidade para fazer mais nesse capítulo, até para se aproximar das expetativas fixadas pelos adeptos.

“Senti uma expetativa grande dos adeptos. Não tivemos muito tempo para trabalhar. Não fazia sentido alterar grande coisa em relação ao que fizemos no passado. Quem representa o Vitória sabe que os adeptos vão ‘cobrar’ se as coisas não estiverem a correr como gostariam. É um clube ‘grande’. Tenho de lhes tentar pedir apoio e paciência, para os ‘puxar’ para o nosso lado. Quando se manifestam, têm toda a razão, porque é necessário fazermos mais”, salientou.

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